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	<title>Kriptonitas</title>
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	<description>O uso do Jornalismo Científico no tratamento do complexo de Clark Kent</description>
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		<title>Por quê a Ciência é chata ou do quê a mídia tem medo?</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 20:21:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rosanazucolo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[..as perguntas importantes com frequência são inquietantes. Existe um comentário lindamente desagradável de Heidegger sobre o porquê de a ciência ser tão enfadonha. Ele disse que é porque ela só tem respostas&#8221;. George Steiner (FSP – 18/01/2009              Certamente a &#8230; <a href="http://kriptonitas.wordpress.com/2010/09/03/por-que-a-ciencia-e-chata-ou-do-que-a-midia-tem-medo/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kriptonitas.wordpress.com&amp;blog=15622149&amp;post=23&amp;subd=kriptonitas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>..as perguntas importantes com frequência são inquietantes. Existe um comentário lindamente desagradável de Heidegger sobre o porquê de a ciência ser tão enfadonha. Ele disse que é porque ela só tem respostas&#8221;. George Steiner (FSP – 18/01/2009 </em></p>
<p>             Certamente a provocação de Heidegger hoje soaria diferente. Ainda que sem a amplitude que a mídia costuma proporcionar, já é possível questionar o modelo da cultura da ciência marcada pela cientificidade do século XIX que estabeleceu a separação do pesquisador da sua subjetividade. Também se indaga os processos de significação sócio-culturais que por longo tempo elegeram a classe dos cientistas como detentora única das respostas para as perguntas do mundo.Ora, se somente um lado fala, não haveria mesmo como conter a chatice do monólogo.</p>
<p>    Quebrar o paradigma é considerar que o conhecimento científico é resultado e resulta um processo histórico e cultural, sendo determinante ao desenvolvimento das sociedades e à construção de múltiplas significações. Ciência e a tecnologia, no mundo moderno, constituem-se em mercadorias que são produzidas e disputadas por grandes setores da economia e, em se tratando de jornalismo, é necessário perceber que as fontes, sejam elas pesquisadores, cientistas ou técnicos, possuem diferentes vinculações em tais contextos.</p>
<p>É entender que os cientistas produzem, vivem, comunicam o seu trabalho e, no exercício de suas atividades, instituem outra forma de comunicação sob um gênero de discurso, o científico. Tal discurso possui características próprias, dinâmicas e termos específicos acessíveis à comunidade científica que é permeada por inúmeros atravessamentos. A comunicação da ciência para fora dela é feita através de outro discurso sustentado pelo consenso e conceitos previamente discutidos. Ao fazê-lo são apresentadas não as dinâmicas internas, não os processos e os erros, mas os resultados das suas pesquisas. As respostas ao mundo, enfim.</p>
<p>Cabe aos jornalistas questionarem tais respostas naquilo que elas têm de prontas. Ou seja, se a eles cabe buscar apresentar e transformar o discurso da comunidade científica, clarear as hipóteses e teorias da pesquisa científica para o público, aproximando-se lexicamente e simplificando para permitir o entendimento, nada mais justo que mergulhe no espaço da produção de ciência permitindo a leitura e a revelação dos seus bastidores.  E aí mora o conflito. Parte da comunidade científica não sabe responder e parte da comunidade dos jornalistas não sabe perguntar. Parece paradoxal numa sociedade em que todos enviam e recebem mensagens; e onde a convergência tecnológica no jornalismo significa informações jornalísticas circulando, velozes, na rede mundial.</p>
<p>Talvez a costura dialógica esteja a cargo daqueles, em ambos os lados, dispostos a ouvir e a responder. Um tempo na contramão da velocidade da sociedade globalizada, mas necessário para que o conhecimento se produza entre os diferentes. É achar o fio da mediação, como diria Latour, e fazer diferente do que foi feito até então.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/kriptonitas.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/kriptonitas.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/kriptonitas.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/kriptonitas.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/kriptonitas.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/kriptonitas.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/kriptonitas.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/kriptonitas.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/kriptonitas.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/kriptonitas.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/kriptonitas.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/kriptonitas.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/kriptonitas.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/kriptonitas.wordpress.com/23/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kriptonitas.wordpress.com&amp;blog=15622149&amp;post=23&amp;subd=kriptonitas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Entre a ciência e o jornalismo</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 20:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maggie Mae</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Natália Martins Flores Trabalhar com jornalismo científico, para alguns, parece ser a coisa mais chata do mundo. No entanto, quem se aventura a cobrir matérias de ciências entra numa rotina que não é nem um pouco tediosa. Além dos desafios &#8230; <a href="http://kriptonitas.wordpress.com/2010/09/03/entre-a-ciencia-e-o-jornalismo/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kriptonitas.wordpress.com&amp;blog=15622149&amp;post=25&amp;subd=kriptonitas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Natália Martins Flores</p>
<p>Trabalhar com jornalismo científico, para alguns, parece ser a coisa mais chata do mundo. No entanto, quem se aventura a cobrir matérias de ciências entra numa rotina que não é nem um pouco tediosa. Além dos desafios sobre o tratamento que vai ser dado à matéria jornalística, os profissionais que adentram o universo da ciência em busca de material para suas matérias entram em contato com pesquisadores de diversas áreas, envolvidos em projetos interessantíssimos e que, muitas vezes, podem trazer avanços maravilhosos para a nossa vida. Como não se surpreender com um campo em que a cada dia são oferecidas novas descobertas? Como não se maravilhar com a dedicação do cientista, que passa anos envolvido com sua pesquisa antes que esta lhe traga resultados proveitosos?</p>
<p>Essas questões, muitas vezes, não são respondidas, pois o mundo da ciência parece (e é) maravilhoso mesmo. Mas, mesmo diante disso, o jornalista desta área precisa tomar algumas precauções e, na dúvida, sempre manter os dois pés no chão.</p>
<p>Primeiro: não se deve confundir ciência com religião e cientista com Deus. A ciência ainda não tem (e nunca vai ter) todas as respostas para nossas aflições. Ao contrário, ela se constrói na incerteza, na dúvida das perguntas e das possibilidades. Por isso, antes de vangloriar os pesquisadores, o jornalista científico precisa entender que, no mundo da ciência, nada é definitivo, ou seja, o que foi dito naquela ocasião pode ser refutado numa próxima pesquisa.</p>
<p>Para mim, entender um pouco do universo da ciência ou pelo menos ter interesse e curiosidade por essa área é essencial para quem quer se aventurar a cobrir matérias de ciência. Entre a ciência e o jornalismo é que se faz um bom jornalista científico, preocupado em entender e pesquisar o funcionamento do mundo científico, mas que também não perca a simplicidade de linguagem e o caráter investigativo da profissão de jornalista.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/kriptonitas.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/kriptonitas.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/kriptonitas.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/kriptonitas.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/kriptonitas.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/kriptonitas.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/kriptonitas.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/kriptonitas.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/kriptonitas.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/kriptonitas.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/kriptonitas.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/kriptonitas.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/kriptonitas.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/kriptonitas.wordpress.com/25/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kriptonitas.wordpress.com&amp;blog=15622149&amp;post=25&amp;subd=kriptonitas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A Fotografia como divulgadora da ciência e tecnologia</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 20:07:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maggie Mae</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Eduardo Barreto Uma imagem sempre chama atenção dos nossos olhares, seja ela bonita ou não. Mas como tem sido utilizada na divulgação da ciência nos jornais (impressos e de web)?A imagem para ciência, pode ser colocada como facilitadora e explicativa &#8230; <a href="http://kriptonitas.wordpress.com/2010/09/03/a-fotografia-como-divulgadora-da-ciencia-e-tecnologia/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kriptonitas.wordpress.com&amp;blog=15622149&amp;post=20&amp;subd=kriptonitas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eduardo Barreto</p>
<p>Uma imagem sempre chama atenção dos nossos olhares, seja ela bonita ou não. Mas como tem sido utilizada na divulgação da ciência nos jornais (impressos e de web)?A imagem para ciência, pode ser colocada como facilitadora e explicativa no entendimento do texto. É uma forma de aguçar a curiosidade fazer compreender o que está escrito. Porém por diversas vezes é perceptível detectar que falta , em alguns casos, a relação imagem/ texto. Por apresentar grande poder de penetração, a utilização da fotografia na divulgação da ciência e tecnologia é de grande importância, pois nos leva a desenvolver uma reflexão crítica a respeito da produção fotográfica, analisando de que modo as imagens veiculadas na mídia, mais precisamente nos portais de conteúdo da web e impressos, contribuem para a clarificação dos conceitos elaborados no campo científico. Alguns estudiosos investigam o papel que a fotografia desempenha na divulgação científica e tecnológica de pesquisas e descobertas produzidas. Consideram ainda de que  forma ela é percebida e usada dentro da mídia, se tem ou não função relevante para o rápido entendimento do conteúdo noticioso e se auxilia no direcionamento das leituras dos textos. Se o papel da ciência é entendido como descoberta de conhecimento sobre a natureza, o homem e a sociedade, cabe ao jornalismo científico divulgar e apresentar , mesmo que ainda a um público reduzido, informações acerca do assunto. Atualmente são inseridos procedimentos de investigação e de divulgação de resultados parciais ou finais sobre estudos da ciência e, nesse aspecto são grandes os esforços da comunicação científica no que diz respeito à legitimação de resultados, como à divulgação dos mesmos diante da sociedade.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/kriptonitas.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/kriptonitas.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/kriptonitas.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/kriptonitas.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/kriptonitas.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/kriptonitas.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/kriptonitas.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/kriptonitas.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/kriptonitas.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/kriptonitas.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/kriptonitas.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/kriptonitas.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/kriptonitas.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/kriptonitas.wordpress.com/20/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kriptonitas.wordpress.com&amp;blog=15622149&amp;post=20&amp;subd=kriptonitas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Jornalismo Científico na Web é tema de oficina no Intercom</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 20:06:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maggie Mae</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Oficina discute jornalismo, divulgação cientifica e popularização da ciência em Congresso Nacional de Comunicação, em Caxias do Sul-RS Debater jornalismo, divulgação cientifica e popularização da ciência realizado nos meios de comunicação, especialmente na web, continua sendo um dos grandes desafios &#8230; <a href="http://kriptonitas.wordpress.com/2010/09/03/jornalismo-cientifico-na-web-e-tema-de-oficina-no-intercom/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kriptonitas.wordpress.com&amp;blog=15622149&amp;post=18&amp;subd=kriptonitas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Oficina discute jornalismo, divulgação cientifica e popularização da ciência em Congresso Nacional de Comunicação, em Caxias do Sul-RS</em></p>
<p>Debater jornalismo, divulgação cientifica e popularização da ciência realizado nos meios de comunicação, especialmente na web, continua sendo um dos grandes desafios de jornalistas e estudantes de comunicação. E não foi diferente no XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (Intercom 20100), nesta sexta-feira (03/09), em Caxias do Sul-RS, durante a oficina de jornalismo científico na web.</p>
<p>Na ocasião, a professora da Universidade Franciscana (Unifra), Rosana Cabral Zuccolo, abordou alguns conceitos de jornalismo científico, popularização e divulgação da ciência e fez algumas observações em diversos sites especializados no assunto, inclusive o da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM).</p>
<p><strong>Oficina integra profissionais e estudantes de todo Brasil</strong></p>
<p>Um ponto interessante da oficina, foi a participação de vários profissionais e estudantes de diversas regiões do Brasil. Desta forma, com a discussão em torno do tema, foi possível detectar pontos positivos e negativos “comuns” de alguns estados.</p>
<p>Entre os principais problemas elencados foram à pressão existente no jornalismo para a publicação das matérias, a falta de preparo do profissional, além da dificuldade de aproximação em relação aos cientistas. Por outro lado, recomendações para uma qualificação melhor destas pessoas, além de uma interação maior dos papeis de jornalistas e pesquisadores na divulgação da ciência também ganharam destaque.</p>
<p>Para Zuccolo, as variedades de experiências vividas em cada região permitiram um diálogo interessante sobre o tema. “Percebemos que temos problemas bastante comuns e o Intercom proporciona este ambiente de interação, de trocas de experiências”, afirmou.</p>
<p>Já para o participante Lairtes Filho, da Universidade Federal do Mato Grasso do Sul, a oficina foi produtiva, pois possibilitou a troca de informações com pessoas de vários locais do país. “Temos uma noção de como o jornalismo científico esta se desenvolvendo no país como uma especialização da área”.</p>
<p>O Intercom continua até o próximo dia 6 de outubro com apresentações de trabalhos acadêmicos, exposições, mesas redondas e painéis.</p>
<p>Que saber mais sobre alguns sites de divulgação da ciência comentados na oficina, é só clicar em:</p>
<p><a href="http://www.scidev.net/">www.scidev.net</a></p>
<p><a href="http://www.agenciacentralsul.org/">www.agenciacentralsul.org</a></p>
<p><a href="http://www.ufmg.br/universidadedascriancas">www.ufmg.br/universidadedascriancas</a></p>
<p><a href="http://www.cienciahoje.uol.com.br/">www.cienciahoje.uol.com.br</a></p>
<p><strong>Fábio Guimarães – Intercom 2010</strong></p>
<p><strong>de Caxias do Sul &#8211; RS</strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/kriptonitas.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/kriptonitas.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/kriptonitas.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/kriptonitas.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/kriptonitas.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/kriptonitas.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/kriptonitas.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/kriptonitas.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/kriptonitas.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/kriptonitas.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/kriptonitas.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/kriptonitas.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/kriptonitas.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/kriptonitas.wordpress.com/18/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kriptonitas.wordpress.com&amp;blog=15622149&amp;post=18&amp;subd=kriptonitas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Cavaleiro ou advogado, qual o papel do jornalista científico?</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 20:04:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maggie Mae</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Caio Mário G. Alcântara Caxias do Sul, 03/09/2010 Existe um vazio entre a produção científica e o cotidiano do mundo fora dos muros da academia. Isso é um fato. Diversos são os caminhos que buscam atenuar essa vala construída por &#8230; <a href="http://kriptonitas.wordpress.com/2010/09/03/cavaleiro-ou-advogado-qual-o-papel-do-jornalista-cientifico/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kriptonitas.wordpress.com&amp;blog=15622149&amp;post=15&amp;subd=kriptonitas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<p><span style="font-size:small;">Caio Mário G. Alcântara</span></p>
<p><span style="font-size:small;">Caxias do Sul, 03/09/2010</span></p>
<p><span style="font-size:small;"> </span></p>
<p><span style="font-size:small;">Existe um vazio entre a produção científica e o cotidiano do mundo fora dos muros da academia. Isso é um fato. Diversos são os caminhos que buscam atenuar essa vala construída por um comportamento social superado, mas que ainda assim insiste em se fazer presente: a exclusão.</span></p>
<p><span style="font-size:small;">A especialização do jornalista promoveu o surgimento de um (não tão) novo campo de atuação, o jornalismo científico. Mas afinal, qual a função desse profissional no jogo social vigente? É ele o cavaleiro, a personificação do príncipe que vai salvar a princesa (no caso, a ciência) das garras de um vilão (cientista) que a mantém presa numa alta  torre (universidades)? Ou seria esse profissional, aquele defensor incansável das corretas práticas de inclusão social, que busca de forma incessante levar o conhecimento àqueles que aguardam de maneira ávida por recebê-lo?</span></p>
<p><span style="font-size:small;">A resposta para as indagações acima seria: um pouco de tudo. Não é exagero afirmar que a produção científica hoje, sofre um processo de enclausuramento. Certo que nem todo pesquisador domina seu produto ao ponto de escondê-lo, mas essa é uma prática frequente e nesse sentido, é o jornalista científico quem traz a conhecimento geral o que se produz. No entanto, a culpa desse abismo entre ciência e sociedade é fruto de um fenômeno maior e mais antigo: a dominação e exclusão social. Muito mais do que simplesmente mostrar, o jornalismo científico deve ensinar. Ensinar a de fato ler, a criticar, a indagar e principalmente conhecer. É essa a tarefa do jornalista e do jornalismo científico.</span></p>
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		<title>Sobre jornalismo, ciência e seus encontros extra conjugais</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 20:03:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lairtesjor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[amante]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[desafio]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Lairtes Chaves A ciência, diferentemente de muitas mulheres de conduta duvidosa em casas de diversões nem tão duvidosas assim, não costuma ser atrativo para aqueles que não tem a oportunidade de divertir-se dentro de um laboratório, cercado por cirandas de &#8230; <a href="http://kriptonitas.wordpress.com/2010/09/03/sobre-jornalismo-ciencia-e-seus-encontros-extra-conjugais/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kriptonitas.wordpress.com&amp;blog=15622149&amp;post=9&amp;subd=kriptonitas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;">Lairtes Chaves</p>
<p>A ciência, diferentemente de muitas mulheres de conduta duvidosa em casas de diversões nem tão duvidosas assim, não costuma ser atrativo para aqueles que não tem a oportunidade de divertir-se dentro de um laboratório, cercado por cirandas de cálculos, livros ou pesquisas de campo.</p>
<p>Seus mais chegados, aparentemente, apenas apresentam tal senhora a seus pares, que outrora já a conhecem, formando uma nova ciranda: a ciência para os cientistas (os periódicos qualis B1 acima que o digam). Porém, não caia-se no infame pecado de julgar, longe disso. Afinal, é errado o marido apresentar sua esposa apenas a seus familiares e desejar viver eternamente uma relação monogâmica (no mínimo da parte dela)? Certamente não.</p>
<p>Entretanto, nas últimas décadas, a ciência, sempre bem apessoada, conquistou um amante, tão persuasivo e sedutor, que não apenas a despojou, como descaradamente convidou para um grande <em>ménage</em>, seus antigos e fiéis esposos. Em tal ousadia, o amante se apresenta à comunidade científica e a sociedade como Jornalismo. E mais, como Jornalismo Científico.</p>
<p>Apesar de tudo isso parecer um conto do Marquês de Sade ou uma resenha do clássico <em>The lover of Lady Chatterley</em>, de L. H. Lawrence, nos referimos ao processo de desenvolvimento da ciência e tecnologia e da necessidade absoluta da informação precisa e confiável do mesmo, para a leitura de mundo.</p>
<p>O Jornalismo Científico, herda por genética e testamento, os antigos critérios e preocupações complexas do Jornalismo, enquanto atividade política que perpassa pelo conhecimento construído onde a população não pode entrar e, encerrando-se na popularização do mesmo, garantindo não apenas a informação como direito humano, mas a informação de ciência.</p>
<p>É fácil observar as audiências e as críticas desse romance. O desafio, é sistematizar as estratégias e os parâmetros que orientam essa relação moderna, de amor livre, de bigamia do conhecimento. Mais desafiante ainda é estudar as mudanças e convergências dos veículos e audiências na divulgação da informação em ciência.</p>
<p>Assim, os jornalistas, amantes, adeptos do “ninguém é de ninguém” (quanto a ciência e ao conhecimento, evidente), veem como folhetos de anúncios de supermercados as perjúrias e desafios na escolha pecaminosa, de escolher difundir o conhecimento para a população: a preocupação contínua com o processo comunicativo-discursivo e sua eficácia e efeitos, no desenvolvimento da sociedade.</p>
<p>Ora, é o preço. Discutir-se o que é jornalismo, ciência, jornalismo científico, até o julgamento final. Fazer o quê? Deus disse “não comerás deste fruto” e, desobedientes, decidimos ouvir a dona do cabaré.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/kriptonitas.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/kriptonitas.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/kriptonitas.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/kriptonitas.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/kriptonitas.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/kriptonitas.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/kriptonitas.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/kriptonitas.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/kriptonitas.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/kriptonitas.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/kriptonitas.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/kriptonitas.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/kriptonitas.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/kriptonitas.wordpress.com/9/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=kriptonitas.wordpress.com&amp;blog=15622149&amp;post=9&amp;subd=kriptonitas&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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